Uma coisa é quem você é, outra coisa é o que as pessoas percebem de você

“Uma coisa é quem você é, outra coisa é o que as pessoas percebem de você”

Essa foi a tônica que repetidamente martelou na minha cabeça durante toda essa semana. Fiquei pensando no quanto isso parece ser a mesma coisa… mas peraí, será que é a mesma coisa?

Para mim, são coisas distintas e para que você possa entender melhor o que estou dizendo, vou lhe fazer a seguinte pergunta:

Será que o que as pessoas percebem de você é quem você realmente é?

Boa pergunta né?  Acredito que se você parar um minutinho para pensar rapidamente sobre o assunto, muito possivelmente vai chegar a mesma conclusão que eu:

As pessoas não percebem tudo que de fato você é e nem você é exatamente a percepção que as pessoas tem de você.

Fiz essa pequena introdução apenas para justificar a frase inicial do texto:

Uma coisa é quem você é, outra coisa é o que as pessoas percebem de você.

O que, em outras palavras, significa:

Quem você é e o que as pessoas percebem de você são duas variáveis diferentes – que até podem ser a mesma coisa – mas isso nem de longe é algo que obrigatoriamente irá sempre acontecer.

Sacou agora?

Agora pensa comigo… se o que você é e o que as pessoas percebem de você apontam para a mesma coisa (que é você), porém são coisas distintas, podemos criar a partir daí 4 cenários clássicos:

Personal Branding
Desses 4 cenários acho que nem vale a pena discorrermos sobre os caras das extremidades, até porque um já tá legalzão ali em cima o que não há o que comentar e o outro também não tá nem aí com a hora do Brasil(como dizia minha avó) então também não tem o que muito falar.

Sendo assim, vamos nos ater apenas ao Mentiroso e ao Cara que não sabe fazer marketing pessoal.

O mentiroso consegue criar uma boa imagem, mas se prejudica no longo prazo… porque uma imagem só pode ser sustentada por valores de qualidades e boas realizações. Uma imagem não pode se sustentar por muito tempo se os atos não forem de qualidade. Você pode enganar poucas pessoas por muito tempo ou muitas pessoas por pouco tempo, mas NUNCA muitas pessoas por muito tempo.

Já o cara que faz marketing pessoal ruim, não entende que tudo que diz respeito a ele conecta e cria uma imagem dele na cabeça das outras pessoas.

Tudo que de alguma forma se vincula a você, na cabeça das outras pessoas, é quem você é. Tudo comunica.

Desde o jeito como você fala, o que você fala, a calça que veste, o seu hálito e até um trabalho que você já tenha feito, uma falta num dia importante que você não pôde ir, o que você anda postando no Facebook… e por ai vai. Tudo isso é você.

E a grande sacada aqui é: As pessoas não contratam você… elas contratam o que percebem de você. Elas fazem um julgamento sobre tudo que vem de você e se conecta com elas. A partir disso, definem se você se encaixa ou não com a proposta em questão. Quando elas precisam tomar uma atitude em relação a você elas fazem isso baseadas na percepção que elas possuem de você e não de você mesmo.

Não basta só ser bom, tem que parecer ser bom, assim como, não basta só parecer ser bom, tem que ser bom. Uma coisa da lucidez a outra.

É importante se ter em mente que sem uma boa reputação ninguém faz nada, pois uma má reputação irá te tirar automaticamente de qualquer disputa por qualquer vaga de emprego, qualquer futura namorada, vaga no time de futebol do bairro… enfim, tudo que você imaginar!

Sabe aquela história de que nem de pão e aguá vive o homem? Pois é, ele vive de imagem também… mais do que deveria, inclusive.

É importante ter uma boa relação com a sua imagem, seja ela na vida pessoal ou na vida profissional. Com o mundo conectado e tudo que fazemos, somos expostos nas redes sociais, em tudo geramos conteúdo, seja ele qual for. Uma “selfie“, uma postagem, um texto, estar apresentável. Enfim, tudo é observado, julgado e catalogado num histórico. Esse histórico é a sua reputação.

É impossível interferir no julgamento que o outro fará sobre a nossa imagem, mas temos total controle sobre a imagem que ele verá a nossa respeito. E uma percebida essa imagem, nós não temos mais controle nenhum sobre ela e de como ele escolherá interpreta-la. Por isso a importância de como se posicionar perante as pessoas, pois uma vez disparado o gatilho, já era, a bala não volta mais.

Para que a sua imagem seja efetiva na comunicação que você deseja passar é preciso um direcionamento, um intuito ou uma meta, que geralmente são encontradas nas  respostas de perguntas mais ou menos assim:

Qual é o objetivo dessa exposição? A quem quero atingir? Qual é a imagem que eu quero que as pessoas tenham de mim?

Definido o objetivo, basta canalizar tudo em você para este foco. Roupas, linguajar, atitudes, penteado, maquiagem(caso seja mulher)… tudo precisa esta de acordo com a imagem que você quer se posicionar, fazendo isso repetidas vezes, ai sim você conseguirá o posicionamento desejado. Lembra? É o histórico que conta. Não basta fazer isso durante uma semana e depois nunca mais, é preciso ter constância no posicionamento adotado, para que com o passar do tempo essa seja a percepção que os outros tenham de você.

Por fim quero deixar uma última reflexão, com a seguinte frase:

“Who you are speaks so loudly I can’t hear what you’re saying” – Ralph Waldo Emerson

O que quer dizer:

O que você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo.” – Ralph Waldo Emerson

O que você diz e a sua imagem são muito importantes e precisam ser levados em consideração, mas é o que você faz que no fim das contas pesa mais. Muito mais.

Nada é capaz de advogar ao seu favor melhor do que suas boas atitudes e bons trabalhos. Pense nisso!


Obrigado pela sua visita e leitura!

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Artigo produzido em colaboração com Camilla Meireles do dicas sobre maquiagem (DicasSobreMaquiagem.com.br)

Muito Obrigado!

 

Uma coisa é quem você é, outra coisa é o que as pessoas percebem de você
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2 Comentários

  1. Magda Arakaki 20 de junho de 2017

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