Se não for pra fazer algo incrível, por favor, fique no Netflix

Como diz um dos membros do alto escalão da Pixar no livro Criatividade SA: “Qualidade é o melhor Business Plan do mundo!”

Concordo em número, cor, gênero, grau e temperatura com essa frase. Seja lá o que for, qualidade é a base de todo e qualquer trabalho bem sucedido.

Não adianta tu ter a melhor estratégia de marketing do mundo, sacar das técnicas mais mirabolantes do universo, fazer um Benchmarking das melhores práticas dos líderes de mercado, botar milhões de reais em anúncio… se tu na ponta do teu trabalho tu não entrega um produto ou serviço de alta qualidade, que satisfaça e surpreenda o teu consumidor/fã/cliente.

Não adianta tu ter a melhor ferramenta de comunicação do mundo, se tua mensagem não é relevante para quem pára para te ouvir, pra quem pára para consumir o que você faz. Vivemos na era onde o capital intelectual vale mais do que o capital financeiro, as suas ideias e (PRINCIPALMENTE) a qualidade do que você entrega influencia muito mais do que o tanto de dinheiro que você tem ao seu dispor.

Nos tempos atuais, sucesso duradouro não se compra.

Se o que você faz não tem qualidade, por que as pessoas vão dar atenção a você? As pessoas já possuem inúmeras opções de entretenimento, produtos, serviços… então por que elas vão gastar o tempo delas para consumir o que você faz, se o que você faz é no máximo é igual ao que todo mundo ta fazendo?

E quando eu falo de qualidade não falo só de replicar o que já existe e fazer bem feito, só isso também não adianta. As pessoas querem coisas novas, propostas novas, experiências novas… quando eu falo de qualidade, também me refiro em proporcionar uma experiência agradável com aquele frescor de novidade para quem consume o que você faz.

Algo que só é bom, é commodity, o bom todo mundo entrega. Se você só faz bem feito o que todo mundo já faz você acaba sendo só mais um. Se você não existisse nada iria mudar, pois o que você entrega várias outras pessoas também entregam, logo, o que você entrega tem baixo valor agregado, o que acaba tornando o que você faz quase que irrelevante.

Ao passo que…

Algo que é inovador, só por ser inovador, também não serve de nada se de fato não melhorar a vida das pessoas e/ou proporcionar uma (nova) ótima experiência para o sue cliente. A novidade pela novidade, também não interessa muito. Não é porque é novo que é relevante.

O ideal é somar inovação, para que se dê algo novo e proporcione a tua audiência sensações novas, ao mesmo tempo que tenha relevância e qualidade no que se entrega, algo que tenha sido cuidado nos mínimos detalhes, para que realmente seja percebido como algo de valor para quem for consumir o que você produz.

Como já falei no post  “Uma coisa é quem você é, outra coisa é o que as pessoas percebem de você“, tudo comunica.

Tudo que sai de você leva a sua marca registrada.

Todo trabalho que você fizer, você gostando disso ou não, é um auto-retrato de você mesmo perante as outras pessoas. Isso fica registrado e as pessoas vão se lembrar disso… e se elas inevitavelmente vão ter essa lembrança de nós… porque não fazemos dessa lembrança uma lembrança positiva a nosso respeito? Por que não damos a elas motivos suficientes para que falem bem de nós?

Porque cá entre nós… se for pra fazer mais ou menos ou meia boca… disso ai a gente já tem mais que o suficiente, portanto, nem se dê o trabalho de gastar o seu tempo e dinheiro para fazer algo assim.

Se não for pra fazer algo incrível, por favor nem perca seu tempo, fique no Netflix vendo as suas séries.


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